quinta-feira, novembro 16, 2023

novembro de 2023

Que surpresa (mesmo!) isso aqui ainda existir. 

sexta-feira, agosto 04, 2006

A vida é irônica. Tragicamente engraçadinha até. Por um lado isso é bom, você aprende a conviver com certas situações, aprende a lhe dar com as feridas abertas, ganha maturidade, pára de ser ingênua; faz você cair de cara no chão de volta a dura realidade. Mas por outro lado, por que as coisas não podem continuar as mesmas? Por que depois que a gente aprende a ser melhor, a gente tem que aprender a ser quem era antes? A gente não está aqui para evoluir!? Não quero ser pessimista, mas tô cansando desse ciclo de ganhos e perdas. Estou concluindo que o melhor para você é o melhor para você quando você está bem, não importa as circusntâncias. Não sinta pena das pessoas, elas não sentirão pena de você quando estiverem no seu lugar. Se você está por cima, fique por cima, deixe quem está por baixo por baixo e não tente uma igualdade, ela não existe. Nunca há dois ganhadores em uma disputa, e nesse caso, não há empate.

sábado, abril 22, 2006

2.2.1 - LEI PENAL NÃO INCRIMINADORA PERMISSIVA.

São normas que irão considerar lícitas (retirando a anti-juricidade) ou impuníveis (retirando a culpabilidade), condutas praticadas em fatos descritos como norma penal incriminadora. Exemplo: Art.20 §1º, CP - é norma penal não incriminadora permissiva, isentando de pena; Art.23, CP - é norma penal não incriminadora permissiva, retirando a ilicitude da conduta.

Penal me consome.
Bleh.

segunda-feira, abril 03, 2006

Há um vilarejo ali
Onde areja um sonho bom
Na varanda, quem descansa
Vê o horizonte deitar no chão
Pra acalmar o coração
Lá o mundo tem razão
Terra de heróis, lares de mãe
Paraíso se mudou para lá
Por cima das casas, cal
Frutas em qualquer quintal
Peitos fartos, filhos fortes
Sonho semeando o mundo real
Toda a gente cabe lá
Palestina, Shangrilá

Vem andar e voa...

Lá o tempo espera
Lá é primavera
Portas e janelas ficam sempre abertas
Pra sorte entrar
Em todas as mesas, pão
Flores enfeitando
Os caminhos, os vestidos, os destinos
E essa canção
Tem um verdadeiro amor
Para quando você for

Vem andar e voa...

VILAREJO
Marisa Monte

terça-feira, março 28, 2006

"...
Abre essa janela, a primavera quer entrar
pra fazer da nossa voz uma só nota.
Canto que é de canto que eu vou chegar.
Canto e toco um tanto que é pra te encantar.
Canto para mim qualquer coisa assim sobre você
que explique a minha paz.
Tristeza nunca mais.
..."

Flores. flores. flores!
A Idade das Trevas passou, e o mundo voltou a ser um lugar belo e cheio de amor!

segunda-feira, março 20, 2006

Sei que vai parecer um post fútil e um tanto quanto desnecessário, mas me senti na obrigação de expressar para o mundo uma frustração que me atormentou desde São Cristóvão até em casa.
Cordinha para fazer sinal para descer do ônibus é a coisa mais primitiva que existe! Passei alguns minutos a observar isso. Em tempos de tecnologia e modernidade ainda somos obrigados, na maioria das vezes, a puxar um ordinário barbante de náilon que aciona uma campainhazinha mais ordinária ainda para que o motorista ouça um triim e pare o ônibus no ponto. Não sei se é simples falta de pensamentos produtivos que ocupa minha mente ociosa na volta do trabalho, mas seriamente, esse primitivismo me deixou perplexa.

domingo, março 05, 2006

Eu preciso de "arte". Mas não qualquer arte. Uma "arte" no dia-a-dia. Poesia, pessoas, momentos, sons, barulhos... sei lá. Porque nada parece ter mais graça. Ninguém parece interessante.

Sabe quando você olha um quadro qualquer e pensa "Meu Deus...!"? Você sente aquela sensação fluir, te emocionar. Esse é o propósito da arte, provocar sentimentos. Queria olhar ao redor, em qualquer lugar que fosse, e conseguir captar algum pensamento assim, mas nada parece fazer sentido. Nada ultimamente tem aquele ar poético de ser e acontecer. Não há sentimento. Nada consegue emocionar. Não sei se o problema é comigo. Talvez esse "ar poético" nunca tenha existido de fato para o mundo exterior, e seja na verdade fruto da minha mente. Ainda, quem sabe essa realidade tão ordinária e "pobre" em que eu venho vivendo não seja apenas uma conseqüência por descarada falta de amor dentro do peito. Corrigindo, a expressão não é "falta de amor", mas sim uma carência gritante de candidatos à esse amor.

Acho que esta última opção seria a mais aceitável. Contudo, nunca pensei que isso pudesse afetar tanto minha visão do mundo. Isso talvez seja a comprovação de que amor é essencial, sim! Pelo menos pra mim. E se você acha isso muito dramático, meloso, ou sentimental demais, é porque você não sabe com é uma vida com arte, ou não tem noção do que é uma vida com amor.

sexta-feira, janeiro 06, 2006

Um blog?! De novo!? Faça-me o favor...
Não sei, sei lá, vai entender. [...] Sabe, na verdade escrever não faz mal a ninguém. Mesmo achando essa coisa toda um tanto quanto irrelevante perante a Humanidade, e mesmo meus monólogos-complexados-indiferentes-à-sociedade não tendo um público de fato... sim, decidi criar um novo blog! Viva a potencialidade. Sendo lido ou não, o que quer seja estará aqui escrito. Isso já é alguma coisa.